quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Tarô funciona?


Por muitos anos, fui aficcionado por coisas sobrenaturais. Tenho um carro de livros sobre os mais diversos aspectos disso. O diacho é que, depois de muito tempo consumindo esse tipo de informação, cheguei à conclusão de que não me levaria a lugar algum. Tornei-me cético em relação a essas coisas pois, em resumo, tudo parecia não passar de “dragãozinho verde, invisível, na minha garagem e que só fala comigo”: ninguém pode provar que não é verdade, mas EU SEI que não é verdade.

Mas há certas coisas – eu diria, “paracientíficas” que ficaram arquivadas na minha coleção de probabilidades. Uma delas é a “energia das pirâmides”, coisa com quê fiz, pessoalmente, experiências e obtive resultados interessantes. Outra coisa é o chamado Inconsciente Coletivo, por Jung, que tem um paralelo nas ciências ocultas, por nome Akasha. Tanto um quanto o outro são obscuros, e se sustentam sobre a noção de arquétipos que o inconsciente (Jung) ou “sensibilidades especiais” (Ocultismo) poderiam acessar.

Os arquétipos de Jung são interessantes, pois formulam uma série de simbologias que levariam a um autoconhecimento que estaria além do pensamento racional. Numa maneira simplificada, quando escolhemos, por afinidade ou por “chute”, dentre uma série de símbolos, o significado desse símbolo poderia ser um indicativo de nosso ser mais íntimo, nossa forma de ver e reagir. E isso ajudaria a tomar decisões no cotidiano.

O Tarô é bem isso: 72 cartas cada qual com um significado “arquéptico” e, em cada “tiragem” (ou leitura) são tiradas um certo número de cartas… cujo significado, intepretado à luz do significado dos arquétipos, seria o… resultado da leitura.

Até aí, tudo bem. Embora tudo isso seja bem “fringe”, dá para perceber um liame até a ciência tradicional. Mas… tem um problema: se as cartas do tarô fossem escolhidas pelo consulente, tudo faria sentido. Mas, de fato, são “tiradas” ao acaso, dentre todas as outras. E analisadas SEGUNDO os arquétipos simbólicos que representam. Então, como é que pode ter significação para o indivíduo, se foram tiradas ao acaso? Como podem “dar certo” para o consulente, nessas condições?

Bom… a primeira explicação é que a interpretação dos arquétipos pode ser genérica. “Você vai ter algumas dificuldades, mas vai acabar conseguindo um novo emprego”. Um resultado desses pode se aplicar a quase 100% das pessoas que perguntarem se vai conseguir um emprego. Essas respostas viriam, não do tarô, mas do bom senso do(a) tarólogo(a), e as cartas seriam apenas pretexto.

Mas não é bem assim que acontece. Muitas vezes, o tarólogo faz afirmações que fogem desse esquema por serem muito específicas. “Você vai conseguir um emprego ainda este mês” poderia ser um chute arriscado, mas quando a pessoa acaba arrumando o emprego no último dia do mês, como que de propósito, para validar a previsão… começa a escapar da lei das probabilidades.

Esses são exemplos que se repetem diariamente, e quanto mais experiente é o tarólogo, mais acertos consegue.

Então, excluindo os diagnósticos genéricos… como funciona o Tarô?

A única possibilidade é admitir que “algo” faça com que as cartas tiradas ao acaso sejam significativas. Mediunidade? Intuição? Sexto sentido? Poder próprio das cartas? Não sei. Mas, assim como o feijão que é plantado embaixo da pirâmide cresce muito mais do que o que é plantado fora, indicando que ALGO está presente, embora desconhecido, também no Tarô isso acontece: não sei como… mas funciona.

Quem quiser comprovar, procure Lilian Zahírah… e depois, me conte como foi. O zap dela é
(11) 99533 1456 e o link do face é https://www.facebook.com/liliserpent13